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	<title>Digital Group</title>
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		<title>Digital Reel</title>
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		<pubDate>Tue, 03 May 2011 21:25:48 +0000</pubDate>
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		<title>Métricas de resultados para governo</title>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2011 03:12:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É preciso flexibilidade para construir competências múltiplas. Está mais do que certo que, nos próximos dez anos, o Brasil terá consumidores, de alguma maneira, ligados à internet 24 horas por dia. A ascensão da classe C, combinada com o aumento de opções de mídias e o crescimento da influência das redes sociais na vida das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É preciso flexibilidade para construir competências múltiplas.</p>
<p>Está mais do que certo que, nos próximos dez anos, o Brasil terá  consumidores, de alguma maneira, ligados à internet 24 horas por dia. A  ascensão da classe C, combinada com o aumento de opções de mídias e o  crescimento da influência das redes sociais na vida das pessoas reforçam  o fortalecimento desse consumidor e mostram a importância, cada vez  maior, do governo federal estar presente nas redes sociais para  prestação de contas e comunicação com a população.</p>
<p>As redes sociais já têm forte influência até na maneira como se faz  pesquisa de mercado. Mais do que nunca, o consumidor tem voz e está em  todos os cantos da web, postando seus comentários, críticas e sugestões  sobre este ou aquele produto e serviço. Com isso, formando pequenos  grupos com opinião e se tornando, ele mesmo, um stakeholder, podendo  levar uma marca ou um serviço aos céus e ao inferno também, destruindo  sua reputação.</p>
<p>Para sobreviver neste mercado, onde as mídias tradicionais convivem, se  alimentam e alimentam as novas mídias, o governo federal precisa ter  flexibilidade para construir competências múltiplas com suas agências,  não só no sentido de poder criar e executar campanhas, mas também de  acompanhar os resultados de suas ações.</p>
<p>Ter todas essas competências funcionando bem ainda é muito difícil. É  necessário combinar uma série de fatores, como gestões das presenças  externa e social do cliente na web. Tudo isso sem deixar de considerar  as plataformas tradicionais da comunicação. Poucas pastas do governo  federal conseguem ter todo esse know-how funcionando de forma afiada,  pois não é suficiente ter um perfil nas redes. Os resultados precisam  ser monitorados de forma a mensurar as citações positivas e negativas,  considerando as taxas de interação com a marca, serviço ou utilidade  pública.</p>
<p>O objetivo maior de fazer a gestão de todas essas plataformas é tentar  antecipar tendências de comportamento da população, através de pesquisas  e levantamento de dados. O segredo é saber usar essas informações para  se traçar uma estratégia que trará o retorno esperado.</p>
<p>Ainda fazendo bom uso de pesquisas, monitoramento e análise de  resultados é preciso avaliar que tipo de conteúdo vai gerar interações  nas redes sociais. E, depois, mostrar que essas interações trouxeram  retorno.</p>
<p>As agências precisam se adaptar – aliás, quem ainda não começou a fazer  isso já está atrasado – a esse novo modelo de negócio. A era de alcançar  o maior público-alvo possível nas campanhas e ações foi substituída  pela necessidade de alcançar os formadores de opinião.</p>
<p>As métricas de resultados precisam medir a audiência em uma realidade de  cross media, além de medir o nível de interação com os diversos  públicos com as marcas. Em artigo publicado por Paulo Cesar Queiroz,  vice-presidente executivo da DM9DDB, um grupo de 14 grandes empresas –  agências e clientes – já se uniu para fundar uma organização – a Council  for Innovative Media Measurement – cujo objetivo é encontrar métodos de  mensuração mais adequados aos dias de hoje.</p>
<p>Lembrando aqui que não estamos falando apenas de mensurar o alcance de  ações nas redes sociais e de mídia, e sim de como medir o envolvimento, o  engajamento das pessoas com as marcas nessas plataformas. Missão  impossível? Não. A dificuldade está apenas em encontrarmos o melhor  modelo.</p>
<p>Por exemplo, a relevância nas redes não é medida apenas pela quantidade  de seguidores. Além da qualidade desses usuários, é preciso que eles  interajam entre si e é o resultado dessa interação que nos interessa. É  mais importante ter um grupo coeso numa rede do que uma grande  quantidade de consumidores desconectada.</p>
<p>A web 2.0 e as redes sociais trouxeram para o mercado um consumidor mais  crítico e mais consciente. E nossos clientes anunciantes também são  consumidores, críticos e com ideia fixa nos resultados. Eles querem, num  primeiro momento, ver mesmo os números (seguidores, interações,  relevância). Mas também é preciso “educá-los” no sentido de que o  relacionamento social se constrói com o tempo e muito trabalho, de  presença nas redes e não apenas com investimento e quantidade.</p>
<p>O ciclo de retorno do trabalho nas redes sociais é mais longo e  diferente do ciclo de investimento. O trabalho com conteúdo também  define esse retorno. Estamos falando de qualidade, relacionamento e  relevância e não de quantidade. O engajamento do público é o que mostra o  real valor dessas mídias e é fundamental para compor um resultado  eficiente. O que interessa é definir uma estratégia certa e um diálogo  relevante com os consumidores.</p>
<p><strong>Adriana Moya </strong>- diretora executiva do Digital Group e membro do comitê Regional Brasília do IAB Brasil &#8211; <a href="mailto:a.moya@digitalgroup.com.br">a.moya@digitalgroup.com.br</a></p>
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		<title>Criatividade</title>
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		<pubDate>Sun, 01 May 2011 03:25:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para Platão o ato de criar vem de uma força superior, transcendental. Para Freud é a sublimação de impulsos reprimidos. Na sua essência criatividade é a capacidade de gerar idéias surpreendentes, relevantes e úteis. Para malhar a criatividade costumo fazer alguns exercícios que vou compartilhar em diversos posts nesse blog. Para começar reuni aqui algumas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para Platão o ato de criar vem de uma força superior, transcendental.  Para Freud é a sublimação de impulsos reprimidos. Na sua essência  criatividade é a capacidade de gerar idéias surpreendentes, relevantes e  úteis.</p>
<p>Para malhar a criatividade costumo fazer alguns  exercícios que vou compartilhar em diversos posts nesse blog. Para  começar reuni aqui algumas dicas retiradas de livros e revistas que  podem ser úteis para você ser mais criativo ainda = )</p>
<p><span id="more-820"></span></p>
<p><strong>Alinhar a mente</strong></p>
<p><strong></strong>“A  criatividade é proporcional ao repertório do indivíduo: um rico banco  de dados significa maior possibilidade de rearrumações significativas de  informações. A mente calcula qual a melhor jogada a partir da maior  taxa de informações com a menor redundância. Por isso, os especialistas  sugerem que as pessoas busquem enriquecer aquele banco de dados com  atividades que despertem a imaginação e a fantasia e gerem novas  imagens, como a leitura, viagens e atividades artísticas.</p>
<p><strong>Sonhar</strong></p>
<p>&#8220;Muitas idéias vêm em sonho, quando a mente recupera cenas e imagens diversas e faz conexões inesperadas entre elas.</p>
<p><strong>Solucionar problemas do cotidiano</strong></p>
<p>&#8220;Tanto  a originalidade quanto a utilidade das idéias variam dos níveis básicos  de criatividade &#8211; ou seja, da solução bem-sucedida dos problemas  cotidianos &#8211; até aquela criatividade excepcional, presente nas produções  artísticas e científicas&#8221;, afirma o psicólogo americano Dean Keith  Simonton, da Universidade da Califórnia, em Davis, nos Estados Unidos, e  autor de dezenas de trabalhos sobre o assunto.</p>
<p><strong>Focar no seu potencial</strong></p>
<p>“O  potencial criativo é inerente ao ser humano. No entanto, sua  manifestação varia de pessoa para pessoa. Podemos comprar a criatividade  à eletricidade, que pode tanto se expressar numa poderosa descarga  elétrica durante uma tempestade como acender uma lâmpada de uns poucos  volts.”</p>
<p><strong>Impressionar a sociedade</strong></p>
<p>&#8220;Se  você inventa uma nova receita de bolo a partir dos ingredientes que tem  em casa, está sendo altamente criativo no plano pessoal. Mas, para o  mundo, aquele pode ser um bolo como qualquer outro. As idéias, para  serem consideradas geniais, passam, portanto, pelo crivo da sociedade.”</p>
<p><strong>Gostar do que faz</strong></p>
<p>“Criativos  apresentam uma motivação intrínseca para a realização da tarefa e  sentem um prazer imenso em fazer o que estão fazendo.”</p>
<p><strong>Dominar a técnica na sua área e aprender sobre as outras</strong></p>
<p>“São pessoas com um amplo conhecimento e domínio da técnica e que não se restringem à sua área de atuação.”</p>
<p><strong>Escolher o rumo certo</strong></p>
<p>“O  indivíduo criativo tem, diante de si, duas opções: seguir a multidão &#8211; e  repetir conceitos &#8211; ou trilhar um rumo completamente diferente, muitas  vezes na direção oposta. Relatos de artistas e cientistas revelam que os  criadores sentem que possuem um missão a cumprir.”</p>
<p>por:<strong> Daniel Macedo</strong> &#8211; Diretor de Criação da Digital</p>
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